Tenho as mãos cheias de
pão e ninguém tem fome
Tenho na Alma uma luz
enorme e não há quem queira ver
Tenho o meu ser assim,
eu em todos e todos em mim
Afastados pela mentira,
isolados pelo poder, sem saber que nenhum é mais que UM
Sem perceber que cada
ira é mais longe do ainda longe que cada um está de SER,
Cada ira, cada raiva,
ódio ou maldade... são na verdade, não dos outros, mas de cada um de nós que somos
tudo, enquanto os outros são tudo o que nós somos.
Então, se não se
respeitam, quando não se respeitam, ou ao Universo, sopro da vida, Origem de
tudo, do tempo passado, presente e futuro, construídos em cima deles mesmos,
sem que se possam alienar dessa vontade inata... Então, não se podem sentir
gratos...
E sem gratidão não
existe AMOR
Pensamos viver nas
imagens que nos são dadas a conhecer e esquecemos que somos ondas, não
designações, desconhecemos que não existe Palavra, sequer entendimento, para descrever
o quão perfeitos somos, que tudo É!
Enganados por nós
mesmos, pensando ter chegado a algum lado, quando do outro lado da porta
continua tudo por descobrir...
Apenas quando toda essa
arrogância de pensar que se sabe alguma coisa, cair por terra, numa humildade
tão grande, capaz de reconhecer que nós é que somos Deus... Só então nos
podemos amar a nós mesmos como agora dizemos que amamos a Deus, só depois
estaremos preparados para dar o segundo passo, só depois poderemos entender
porque e como é que 1+1=2
Pois enquanto amarmos
mais aos outros que a nós mesmos, quando tivermos mais Fé nos cristais que em
nós, mais amor aos animais, mais gratos à natureza, apenas nos estaremos a
afastar de tudo e de todos, do Todo e de nós mesmos...
Porque o Amor
necessário para nos transcendermos é incondicional, absoluto e igual a tudo e a
todos, é a redução de tudo o que existe até chegar ao NÚMERO UM, a origem da
expansão do Todo!
Luisa Fonseca





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